Carnaval 2023

17/Feb - 25/Feb

Império Serrano

Biografia

  • Presidente: Vera Lúcia Corrêa de Souza
  • Reina de Bateria: Quitéria Chagas
  • Carnavalesco: Júnior Pernambucano

LIESA no ha divulgado las informaciones del Carnaval 2022

Pero no se desespere... abajo usted puede comprobar lo que rodó el año pasado.

Información del Carnaval 2022

Grupo Grupo de Acceso
Día de desfile 26/febrero
Hora del desfile 03:45

Tema - Enredo

Mangangá

Sinopsis

“Eu destampei minha panela e soltei meu mangangá” “Menina toma cuidado quando mangangá chegar” “Besouro preto, besouro amarelo, faz a macumba do jeito que eu quero” “Besouro preto, besouro encarnado, joguei a macumba lá no seu reinado” (PONTO DE JUREMÁ) O berimbau puxa o toque para um jogo de dentro lento e rasteiro. Jogo mandingueiro. O toque: ANGOLA. Seu corpo foi fechado com reza, ladainha e patuá. Èsù seu sentinela. No orí, a mão de cada uma das iabás. Òsányìn deu-lhe a erva na medida. Xangô emprestou-lhe o oxê. Por ordenança de “seu” Arranca Toco, Caboclo Araúna deu-lhe a flecha que usava como navalha. Ogum, por sua vez, forjou a armadura que guardava seu corpo. Por isso, Besouro CORDÃO DE OURO, adiava com astucia, o juízo final. Ogum era seu camará e, se não bastasse, enquanto distribuía rasteiras, golpes de meia-lua e rabo-de-arraia, o ferramenteiro dos orixás soprava repetidamente em seu ouvido: “Filho de Ogum não pode apanhar / Eu sou guerreiro / Eu vim guerrear/ Filho de Ogum não pode apanhar / Eu sou guerreiro / Eu vim guerrear”. O berimbau se agita. O ritmo alardeia que o perigo e a violência estão espreitando. O toque: CAVALARIA. Quando perguntavam-lhe por seu mestre, dizia descender de Alípio, cativo do Engenho Pantaleão. Foi vaqueiro e amansador de burro bravo. Dizem, “o mais valente dos negros do cais de Santo Amaro”. Valentão. Vingador. Justiceiro. Passada a escravidão, não aceitava chefia. Só trabalhava se fosse por dinheiro. Não engolia senhor dizer que “quebrou pra São Caetano”. Os desavisados, agarrava pelo colarinho. Surrava. Golpeava. Do chapéu, retirava-lhes a pena, como quem vingava, inclusive, a dor do pavão. O berimbau leva o TOQUE DE IDALINA. Toque para jogo de armas brancas. Guerreia-se contra facões. Colecionou desafeto entre senhores, jagunços e policiais. Sobre Besouro era comum perguntar: Mas como por fim com morte matada a um cabra preto de corpo fechado como o de Besouro? Faca de tucun, revelou um traidor. Foi assim que, após Memeu - filho do fazendeiro Zeca – ter sido desmoralizado em praça pública pelos golpes do capoeira, uma cilada - nas redondezas de Maracangalha - emboscou o capoeira. Na tocaia, cercado por quarenta homens, bala nenhuma tirou-lhe uma gota de sangue. Mas um facão - concebido com a madeira mágica que ergue a palmeira de tucum em direção aos portões de Aruanda - tombou-lhe. Seu corpo vergou. O rasgo deixou escorrer o misticismo e o mistério de sua própria vida. O berimbau puxa o TOQUE AMAZONAS. Toque para saudar a valentia dos mestres. Escuta-se as platinelas de um pandeiro e o dedilhar de uma viola baiana. Guardo um ponto de juremá na memória que diz: “meu mano não chore não, que eu vou, e torno a voltar”. Isso me lembra que a morte cantada, versada e dançada não é morte, nem despedida. Besouro morreu e sua vida virou ladainha. Morreu, e a vida que levou virou samba de roda. Morreu, e sua valentia virou cântico de capoeira. Morreu e sua luta vai virar samba-enredo. Besouro morreu, pra viver na festa. Na alegria dos que vencerão. “Êta besouro pra voar!” Segue, “sem choro e sem vela”. Canto um samba VALENTE E MIRONGUEIRO e, atendendo seu pedido, repouso teu corpo entre os enfeites de uma lapinha, com os versos que nunca esqueci: “Quando eu morrer me enterre na Lapinha Quando eu morrer me enterre na Lapinha Calça, culote, palitó almofadinha Adeus Bahia, zum-zum-zum. Cordão de ouro Eu vou partir porque mataram meu besouro”

Letra de la Samba Enredo

Firma ponto no juremá, pro corpo fechar


Patuá e ladainha


Risca pemba no chão


Tem erva, farinha e facão


A vida é rinha!


Ginga de angola ancestral


Falange, ogã, berimbau


Besouro, saravá, serrinha!


Canta o justiceiro vingador


Que mestre alípio ensinou


O negro há de se orgulhar


Filho de faísca é fogo


Se entra no jogo é pra incendiar


Camará, mangangá, toque de cavalaria


Camará, manganga, não aceita tirania


Se quebrar pra são Caetano


O cativo azeda o mel


Negro feito na cabaça não se rende a coronel


No tucum o fim da vida


Finda a vida nasce a luta


E o revide do pretume


Idalina força bruta


Amazonas valentia


Salve manoel pereira


Meia Lua de caboclo rabo de arraia é pedreira


Não chore não meu mano


Que eu volto já


Contra toda intolerância sou exu de oxalá


Não chore não meu mano


Que eu volto já


Hoje o rei da resistência


Capoeira quer jogar


Bate marimba camará


Camugerê paticumbum


Sou eu Império


Da patente de Ogum

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