Carnaval 2023

17/Feb - 25/Feb

Portela
Ranking Liesa
#2

Biografia

  • Presidente: Luis Carlos Magalhães
  • Reina de Bateria: Bianca Monteiro
  • Carnavalesco: Renato Lage e Márcia Lage

LIESA no ha divulgado las informaciones del Carnaval 2022

Pero no se desespere... abajo usted puede comprobar lo que rodó el año pasado.

Información del Carnaval 2022

Grupo Grupo Especial
Día de desfile 28/febrero
Hora del desfile 22:40

Tema - Enredo

IGI OSÈ BAOBÁ

Sinopsis

Pilar que une o céu e a terra! Elo entre vivos e mortos.

Deus vivo e presente, és tu ó Baobá, árvore sagrada testemunha do tempo.

O guerreiro de Oyó contempla Igi Osé. Ele sente a energia. Evoca proteção com afeto e respeito. O tronco é seu templo, e ali expressa sua religiosidade.

Saluba Nanã! Mãe de todos nós. Tuas águas abundantes repousam no tronco do Baobá, nutrindo a terra. Por ti os galhos se vestem de ojás lilás.

Orixás e vegetal estão unidos na energia sagrada… Salve o Rei Dono da Terra! Omulu, curai-nos de todos os males que assolam nosso Aiyê!

Árvore da vida, ó Baobá. Tu emanas a energia primeva que no solo africano faz eclodir a natureza. É ela que sopra o vento da savana, e faz teus galhos balançarem. A fauna passeia livremente ao seu redor, e tudo se doura sob a luz do Sol. Teus frutos, folhas e sementes são alimentos e remédios para os seres vivos. Tu és mãe que sacia nossa sede e fome. Sob tua copa, oferece generosa e benfazeja sombra em meio à aridez das regiões onde impera. Tuas raízes representam os ancestrais de nossas comunidades, aconselham-nos e ajudam-nos a seguir com coragem e decisão.

Em Ajudá, o Rei Guezo nos fez esquecer… Voltas e voltas em torno de ti para apagar toda nossa devoção, nossas lembranças, torná-la “Árvore do Esquecimento”. Portal do Não Retorno jamais conseguiu.

Fizemos de teu tronco, aparentemente tombado, a balsa que atravessou oceanos para nos levar rumo ao desconhecido. E assim tuas raízes uniram dois mundos. Tua força multiplicada ganhou novo significado em terras distantes.

Baobá, Árvore da Resistência!

Todos os solos pisados por pés africanos, sob a poeira da resiliência, fez com que a cultura negra semeasse pelas Américas, germinando um Novo Mundo e a representação de sua fé. E se algum desalento nos toca, ao olhar para teu esplendor, nos conectamos em seus firmes troncos com nossa herança, e nos revitalizamos com a energia de nossos antepassados.

Fincamos em tuas raízes profundas valores e crenças que nenhum preconceito é capaz de fazê-los tombar. E no solo rochoso da discriminação, elas encontraram fendas para ir mais além, penetrando mais profundamente no solo, até, finalmente, encontrar a esperança.

E assim o tempo passou. Ora calmo, ora agitado como o vento a balançar tuas folhas… E sob o Arco-íris de Oxumaré, tudo tornou-se menos sombrio.

Nos quilombos, favelas ou periferias, teus “rebentos” brotaram como galhos distintos que se estenderam por toda América, expressando a identidade preservada da terra de seus ancestrais, a África. No Brasil, os frutos nasceram em forma de Maracatu, Maculelê, Tambor de Crioula, Caxambu, Jongo, Funk e tantas outras manifestações afro-brasileiras, assim como o Samba.

Nas franjas da Região Central do Rio de Janeiro, espraiando-se por áreas alagadiças, floresceu a Pequena África. Da Pedra do Sal à mítica Praça Onze, nos morro e subúrbios, os herdeiros do “Berço do Mundo” comungaram sentimentos, compartilharam seu passado comum e criaram as escolas de samba.

Nossos fundadores são nossos antepassados. Os velhas guardas, os guardiões de nossas memórias. As baianas, a herança das antigas festas, profanas e sagradas. Ao som do batuque da bateria, o suor dos passistas verte nossa ancestralidade. E até hoje, sempre que os sambistas se unem de mãos dadas, sentem reverberar em suas almas a energia primordial unindo a África e o Brasil, como bons filhos da diáspora que todos somos. O samba respira como um velho Baobá.

Samba Enredo

Letra de la Samba Enredo

Prepara o terreiro, separa a mucua
Apaoká baixou no xirê
Em nosso celeiro a gente cultua
Do mesmo preceito e saber
Raiz imponente da primeira semente
Nós temos muito em comum
O elo sagrado de Ayê e Orun
Casa pra se respeitar, meu Baobá!

Obatalá, Colofé
Tem batucada no Arê
Pra minha gente de fé, Ayeraye
Nessa mironga tem mão de Ofá
Põe aluá no coité e dandá

Saluba, mamãe! Fiz do meu samba curimba
Mata a minha sede de axé
Faz do meu Igi Osè moringa
Quem tenta acorrentar um sentimento
Esquece que ser livre é fundamento
Matiz suburbano, herança de preto
Coragem no medo!
Meu povo é resistência
Feito um nó na madeira do cajado de Oxalá
Força africana vem nos orgulhar

Azul e banto, Aguerê e Alujá
Pra poeira levantar, de crioula é meu tambor
Iluayê na ginga do meu lugar
Portela é Baobá no congá do meu amor

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